segunda-feira, 22 de maio de 2017

CABO VERDE  IN LOVE VOL .4
Titulo: Varios Artistas
Genero: Kizomba
Ficheiro: zip
Ano: 2008
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CABO VERDE IN LOVE VOL. 3
Titulo: Varios Artistas
Genero: Kizomba
Ficheiro: zip
Ano: 2005
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CABO VERDE IN LOVE VOL. 2
Titulo: Varios Artistas
Genero: Kizomba
Ficheiro: zip
Ano: 2004
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CABO VERDE IN LOVE VOL 1
Titulo: Varios Artistas
Genero: Cabo Zouk
Ficheiro: zip
Ano: 2002
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CAMILO DOMINGOS
Titulo: Doce Vita
Genero: Cbo Zouk/ Funana/Kizomba/ R&B
Ficheiro: zip
Ano :1996
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AFRICA NEGRA

Titulo: Carambola
Genero: Mamadjumba
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Ano: 1983
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PHILIPPE  MONTEIRO  AND  FRIENDS
Titulo :Paké Ama
Genero: Cabo Zouk
Ficheiro: zip
Ano: 1995
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domingo, 21 de maio de 2017

  SEMEDO

                                            
Titulo:Jura
Genero: Cabo Zouk/ Passada/Kizomba/Funana
Ficheiro: zip
Ano: 2000
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MONIQUE SEKA
Titulo: Ôkaman
Genero:Afro Zouk/Soukous
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Ano: 1995
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MAYA COOL
Titulo: Igual A Ti
Genero: Kizomba/Semba/World
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Ano: 1998
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SSP
Titulo: 99% de Amor
Genero: Hip Hop/ Dance
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Ano: 1996
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O2
Titulo: Bye Bye N'Sex Love
Genero: Outro/Passada/Soul/Blues
Ficheiro: zip
Ano: 1999
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LIVITY
Titulo: Harmonia
Genero:Cabo Love/ Cabo Zouk
Ficheiro: zip
Ano: 1991
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FERRO GAITA
Titulo:Finkadu Na Raiz
Genero: Funana/Morna/Folk
Ficheiro: zip
Ano: 2006
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TABANKA  DJAZZ
Titulo: Sperança
Genero:Goumbe
Ficheiro: zip
Ano:1996
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ÊXITOS DE CABO VERDE VOL .1

                                      
Titulo: Varios Artistas
Genero: Funana/ Zouk/Cabo Love/Coladeira
Ficheiro: zip
Ano: 1990
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TROPICAL BAND
Titulo: Estamos Ai
Genero: Cbo Zouk/Funana/ Colareira/Semba/World
Ficheiro: zip
Ano: 1995
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PROJECTO DA BANDA VOL.1
Titulo: Varios Artista
Genero: Kuduro/ Kizomba
Ficheiro; zip
Ano: 2001
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YVONNE CHAKA CHAKA
Titulo: Sangoma
Genero; Afro Pop
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Ano: 1987
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EMOCOES AFRICANA
Titulo: Emoções Africanas
Genero: Kizomba/ Morna/ Coladeira/Funana
Ficheiro: zip
Ano: 1988
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ANGELO BOSS
Titulo: Gato Preto
Genero: Dance/Kuduro/Kizomba/Zouk/World
Ficheiro; zip
Ano: 1997
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AFRIC  SIMONE
Titulo: Hafanana
Genero: Disco
Ficheiro: zip
Ano: 1998
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Biografia de Gil Semedo

Gil Semedo nasceu no dia 25 de Outubro de 1974 na ilha de Santiago no Cabo Verde, mas ele imigrou aos seis anos de idade para a Holanda, onde mora até hoje.
Ele apareceu pela primeira vez na televisão Holandesa quando tinha quinze anos, participando como calouro no programa Sound Mix Show de Henny Huisman. Ele chegou até às finais como imitador de seu ídolo Michael Jackson e por isso ele apareceu em vários outros shows na televisão Holandesa. O seu ídolo se tornou a sua maior inspiração. Depois disso, Gil Semedo seguiu seu próprio caminho como artista. Gil Semedo construiu uma ótima carreira como cantor, compositor e entertainer. Ele sabe como emocionar seu público com a sua mensagem positiva e seu talento musical inovador.
A combinação do som e da apresentação inspirada em Michael Jackson, misturada com a sua bagagem musical Afro-Caribenha, permitiu que ele criasse um novo e único estilo musical que ele batizou de: ‘Caboswing’, música pop dançante do Cabo Verde.
Desde 1991 Gil lançou álbuns. Seus discos de platina e ouro com megahits incontáveis como: Sweet Honey, Maria Julia, Nos líder, Moda bitchu etc. venderam mais de 500.000 exemplares. Muitas pessoas se inspiraram na sua música agitada e o seguem o caminho que ele traçou. Semedo foi rebatizado como o ‘Rei do Pop’ do Cabo Verde.
Nos países Africanos de língua Portuguesa, ele atraiu, diversas vezes, mais de 60.000 pessoas aos seus shows. Durante as suas turnês pela África, Estado Unidos e diversos países na Europa, ele lotou estádios inteiros.
O outro lado do sucesso é que Gil, por causa de uma vida estressante, teve uma queda dramática de 8 andares, a qual ele milagrosamente sobreviveu. Mesmo tendo perdido parte da perna esquerda, o acidente não tirou dele a vontade de viver, nem a sua maior paixão: música e dança. Ele reencontrou o caminho para unir a pessoa e o artista dentro dele e por isso, ele atingiu a felicidade plena. Na sua música, ele canta sobre as lições da vida e as conquistas que o levaram ao ponto onde se encontra. Sua fé, seu otimismo e a sua força são a inspiração para milhares de pessoas em todo o mundo.
Em 2008 ele mostra mais uma vez o seu pioneirismo e demonstra com o álbum ‘Cabopop” como a música pop do Cabo Verde pode ser versátil como estilo musical, que abraça também a música tradicionalmente acústica. ‘Cabopop’ também carrega o nome de uma organização social que ele criou com colegas holandeses por reconhecer os interesses sociais. Esta organização tem como objetivo unir talentos do Cabo Verde com a música, a arte e a cultura de lá e promover isto em grande escala através da transmissão de todo o conhecimento e experiência às novas gerações.
No último anos desta década, ele celebra o fim de seu primeiro capítulo: 18 anos de carreira, a idade que simboliza a maturidade. A partir de outubro de 2009 ele vai dar uma série de concertos que mostram os seus 18 anos de carreira em som e imagem. Durante estes shows ele vai oferecer uma homenagem a seu ídolo já falecido Michael Jackson. Também durante este período serão oferecidos de graça pela internet maravilhosos remixes de seus inesquecíveis sucessos. Com isto a estrela fecha o seu primeiro capítulo festejando e preparando o seu público para o novo capítulo…..
Discografia
Menina (1991)
Caboswing (1993)
Separadu (1994)
Énfrento O Bicho (VHS Video 1994)
Doom Da Da Doom(single 1995)
Verdadi (1995)
Bodona (1997)
Exitos (VHS Video 1997)
Nos Lider (1999)
Best Of Gil (2001)
Dedicaçon (2002)
Sweet Honey (single 2004)
Nha Vitoria (single 2006)
Nha Vitoria (2006)
Angola Sempre a Subir (single 2006)
Alem Do Sonho (DVD 2007)
Best Of Love (2007)
Cabopop (2008)
Sempri Lider (2011)
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Biografia de Grace Évora

Grancindo Évora mais conhecido por Grace Évora nasceu a 2 de Fevereiro de 1969 na ilha de S.Vicente em Cabo Verde. Desde criança Grace demonstrou um grande interesse pela música como cantor e baterista.
Ainda na sua infância Grace e os seus pais emigraram temporariamente para Paris para depois fixar residência permanente em Rotterdam, Holanda.
Em 1987 Grace conseguiu abrir as portas do seu sucesso quando foi convidado para ser baterista do grupo Livity. Foi a sua sorte, que a banda lhe permitiu gravar como cantor uma faixa intitulada “Bia” no segundo álbum deste grupo.
Grace já fez muitas digressões pelas comunidades cabo-verdianas espalhas por todo o mundo e é conhecido em todos os países dos PALOP. Em Angola e Moçambique por exemplo é regularmente convidado para apresentar nos diversos eventos e certames internacionais da música.
Grace já participou igualmente em diversas produções musicais como convidado e gravou em diversos projectos musicais e CD’s de artistas diversos como Mobass, TxT Stars, Bali Pena, Cap Sol e muito mais. Foi condecorado com a Medalha de Mérito da Cultura Cabo-verdeana pelo governo de Cabo Verde. Grace goza neste momento de uma carreira musical como artista a solo, como também baterista e cantor do Splash! um dos populares conjuntos da música pop cabo-verdiana.
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Biografia de Bonga

BONGA (José Adelino Barceló de Carvalho) (n. Porto de Kipiri, Angola, 5 Set. 1942). Cantor, autor de letras e percussionista angolano radicado em Portugal.
É um dos mais destacados intérpretes da música angolana internacionalmente e o seu principal divulgador no país.
Durante a infância acompanhou, enquanto percussionista, o seu pai, Pedro Moreira de Carvalho, um interessado na concertina abordada de acordo com a tradição da rebita da região de Luanda.
Cresceu no ambiente dos musseques de Luanda, os bairros periféricos e pobres da cidade, exclusivamente habitados pela população angolana negra, onde a música, a oralidade, a dança e o desporto eram indissociáveis e articulavam formas de resistência anticolonial.
A partir de finais da década de 50 tocou percussões em grupos como Os Ilundos, Kimbandas do Ritmo e Kissueia, que procuravam valorizar a cultura expressiva kimbundu por oposição aos valores e práticas culturais promovidos pela governação colonial. Em paralelo, a participação em competições desportivas opondo jovens dos bairros de Luanda, tornaram-no num atleta destacado. Foi atleta do São Paulo do Bairro Operário e do Clube Atlético de Luanda e recordista dos 200 e 400 metros corrida em Angola.
Mudou-se para a então metrópole em 1966 conjuntamente com o atleta e músico Rui Mingas para praticar atletismo em representação do Sport Lisboa e Benfica e da selecção nacional de Portugal.
Tornou-se músico acompanhante de intérpretes angolanos que passavam pela metrópole (Elias Diá Kimuezo) ou que nela desenvolviam uma carreira (*Duo Ouro Negro, Eleutério Sanches, Lilly Tchiumba, Teta Lando, Vum Vum).
O crescente envolvimento com a luta anti-colonial levou-o a exilar-se em Roterdão, na Holanda, em 1972, junto da comunidade africana, sobretudo cabo-verdiana, aí residente.
Nesse ano gravou o seu primeiro fonograma, Bonga 72, acompanhado pelo angolano Mário Rui Silva e pelo cabo-verdiano Humbertona (Humberto Bettencourt), ambos violistas. A gravação apresentava um repertório assente num acompanhamento de violas e percussão, e em textos de conteúdo político, interpretados com uma forte carga dramática. Estas características expressivas estabeleceram os contornos do seu repertório gravado durante a década de 70.
O impacte do fonograma em Angola e em outros países africanos de expressão portuguesa, onde circulava clandestinamente com capas de outros fonogramas, incentivou-o a optar definitivamente por uma carreira musical.
Em 1973 mudou-se para a Bélgica e Alemanha, onde viveu em trânsito até 1977, gravando Angola 74 (1974) Raízes (1975)e Angola 76 (1976).
A convite do músico brasileiro Sebastião da Rocha, mudou-se para Paris em 1977 para integrar o grupo Batuqui, que ambos abandonaram em 1979 para formar um duo de música “afro-brasileira” destinado a actuações em bares e cafés-concerto.
Em 1980, já como intérprete solo, gravou o LP Sentimento para a editora Chant du Monde, actuando nos primeiros anos da década nos festivais de Avignon, Lyon, Angoulême e no Africavision, no Gabão.
Integrado nos circuitos de produção musical de intérpretes das Antilhas (Molovoi, Kassav) e da África francófona (Manu Dibango), afirmou-se como um importante divulgador da música urbana africana em França.
Em 1985 regressou a Portugal, onde se tornou no mais significativo representante da música angolana. A popularidade da canção Olhos Magoados (1985) extravasou o público africano, tornando-o igualmente reconhecido pelo público português.
Até ao final do século, gravou c. de uma dezena de fonogramas, actuando regularmente em salas de concerto, festivais, em discotecas e na televisão. É a partir de Portugal que faz a gestão da sua carreira, igualmente direccionada para os mercados africano e europeu da música.
O repertório do cantor é constituído a partir de diversos géneros performativos angolanos como rebita, semba, kilapanga, kazuguta, o lamento ou as práticas expressivas do Carnaval de Luanda, cujos traços estilísticos, sobretudo rítmicos, integra num estilo musical sincrético que recorre a uma instrumentação electro-acústica e electrónica alargada (guitarra e baixo eléctricos, instrumentos de tecla) que compreende igualmente instrumentos de percussão tradicionais angolanos (como a dikanza cuja utilização constitui uma das marcas definidoras do seu estilo musical e performativo).
O seu estilo musical transporta marcas da música popular de Angola e das suas múltiplas influências culturais, mas igualmente do movimento da música popular da Costa Ocidental Africana e das Antilhas no qual participou activamente no início da década de 80 (sobretudo aquando da emergência do zouk).
O acompanhamento instrumental e arranjos do seu repertório gravado e interpretado ao vivo recebem o contributo de diversos instrumentistas africanos vivendo em Portugal como António Costa Neto (baixo eléctrico), Nanuto (António Manuel Fernandes; instrumentos de sopro), Betinho Feijó, Carlitos Semba (guitarra eléctrica), Dom Lanterna (instrumentos de tecla), entre outros.
A voz rouca e um estilo vocal ornamentado constituem traços distintivos do seu estilo interpretativo. Os seus poemas, cantados em português e kimbundu, têm um forte conteúdo político, acompanhando e reflectindo numa perspectiva crítica a realidade social de Angola.
As suas descrições, marcadas pela linguagem informal, pelo humor e pela criatividade linguística do dia-a-dia, procuram traduzir a experiência de vida e as inquietações das populações, que conhece da sua infância e juventude passadas nos musseques. É nesse contexto que, no final do século, se situam as suas personagens centrais e onde o drama da guerra implica a perda de valores e comportamentos comunitários, de união familiar, da amizade, do exercício espontâneo da crítica ou da criatividade cultural.
Discografia: (1972) Bonga 72. Morabeza Records [LP]; (1974) Angola 74. Morabeza Records [LP]; (1975) Raízes. Morabeza Records [LP]; (1976) Angola 76. Morabeza Records [LP]; (1979) Kandandu. Electromóvel [LP]; (1986) Sentimento. Chant du Monde [LP]; (1987) Angola. Sunset France/Playa Sound/Audivis; (1989) Malembe Malembe. DIS [LP]; (1989) Reflexão. DIS [LP]; (1990) Diaka. DIS; (1991) Malembe Malembe e Reflexão. DIS; (1992) Gerações. DIS; (1992) Mutamba. DIS; (1994) Fogo na Kanjica. VID; (1996) Preto e Branco. VID; (1998) Dendém de Açúcar. VID; (s.d.) Katendu. Celluloid – Melodie.
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Biografia de Big Nelo

Emanuel de Carvalho Nguenohame (Namibe, 26 de novembro de 1970), mais conhecido como Big Nelo é um cantor e compositor de música kuduro, rap e R&B angolano.
Carreira
Foi membro fundador do grupo SSP, com Paul-G, Jeff Brown e Kudy, com o qual gravou três álbuns de originais: “99% de Amor”, “Odisseia” e “Alfa”. Em 2005 deixou os SSP e passou a cantar a solo.
No ano 2012 participou Do Projecto Team De Sonho Da Ls Republicano.
Em 2013 passou a trabalhar com o cantor C4 Pedro no grupo B4, após a tentativa mal sucedida de criar o grupo de música B26, e lançam o disco Los Compadres em 2013.
Em 2014 recebeu o Prémio de Homenagem da RNA (Rádio Nacional de Angola).
Discografia
Momentos da Trajectória (2005)
KARGA (2008)
A Minha Maneira (2011)
Team de Sonho (2012)
Los Compadres (2013) B4 dupla com C4 Pedro
Team de Sonho (2015)
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Biografia de Philip Monteiro

Philip Monteiro cresceu no cruzamento das influências africanas e lusófonas. Filho do planalto do Dacar, foi embalado pelo som das coladeiras da casa familiar, mas também pelos Sabars do bairro, essas festas senegalesas em que os dançarinos rivalizam em virtuosismo com os percussionistas. Das suas origens cabo-verdianas, Philip Monteiro herdou um sentido natural da melodia e das harmonias subtis e suaves que a compatriota dele, Cesária Évora, nos deu a conhecer. Mas tal como qualquer autêntico “Boy Dakar”, tem nos rins a magia dos ritmos sincopados que groovam com ciência. Durante uma adolescência apaixonada pelo futebol e pela electrónica, Philip Monteiro descobriu a musica de Kassav’ e de Manu Lima. Em Dacar foi através de Kassav’ que se descobriu o ritmo Zouk, uma vaga de fundo vinda das Antilhas e que terá impacto sobre toda uma parte de África, e que colonizou Cabo Verde.
Foi também naquela época que Manu Lima outro natural de Dacar, com o seu grupo “Cabo Verde Show”, modernizou a música cabo-verdiana e plantou os alicerces de toda uma geração de jovens músicos em ascensão.
Em 1989, Philip Monteiro emigrou para os EUA onde se estabeleceu nos arredores de Boston. Era época da Jodeci, de Teddy Riley e da estreia dos NWA. Uma força musical que não deixou de impressionar o jovem músico. Então em 1995, Philip Monteiro, Calú Di Brava e a cantora Gama formaram o trio “Philip Monteiro And Friends Lovers”. Este trio mágico deu origem ao álbum “Paké Ama”. E, apesar da juventude do trio, o talento já lá estava presente. Em seguida com a La Tour, o álbum “Critica” que terá realizado nos Estados Unidos em colaboração com os Home Boys. Passados alguns anos, surge a compilação “Friends Lovers 2” é sobretudo uma compilação em que Philip nos faz uma demonstração dos seus talentos de cantor-autor-compositor-produtor. Tem-se o prazer de reencontrar Calú Di Brava e Gama e de descobrir os talentos de Jair OB1. Neste álbum começa-se a perceber o estilo de Philip que se distingue através de melodias e textos quentes e sensuais. O público sente-se preso pela originalidade e pela qualidade da composição dos textos.
Em 2002 é a revelação ao público senegalês e internacional com o enorme sucesso de “The Remix”. Foi o primeiro álbum dele a solo o qual se tornou disco de ouro. E que dizer desse disco, a não ser que Philip produziu uma autêntica pérola. Com títulos como “Amor” em duo com Viviane Ndour e “Alta Segurança”, Philip monteiro mantém-se no primeiro lugar em vários países lusófonos e o single também se tornou disco de Platina. De notar, as retomas tais como “Locura”, “No Ben Dança” e “Sara”. No Senegal Philip conseguiu conquistar um público definitivamente mais amplo durante o Mundial de Futebol de 2002, com o single “Gaindé Ndaay”, hino dedicado à equipa dos “Leões da Téranga”.
Todos os estilos estão em destaque nesse magnífico álbum. Todos os títulos são êxitos. Hoje o “The Remix” constitui uma autêntica referência da musica cabo.
Em Dezembro de 2004, surgiu a compilação “Philip Monteiro And Friends”. Esse álbum é um casamento muito conseguido entre o cabo love e o zouk. Melodias e palavras que cativam: é ai que reside toda a arte de Philip. Esse álbum produzido com artistas como José Azancoth, Mariza, Talina, Gama, Paulette, Jair OB1, AN2 ou ainda Princess Lover, destina-se a celebrar a união entre África e as Antilhas. Uma produção assinada Espace Music Tropica. O seguimento foi a excepcional digressão internacional que o levou a Portugal, França, Luxemburgo e outros Países. Milhares de fãs reuniram-se para ver esse Messias do cabo, em que Philip Monteiro se tornou em todo o mundo.
Em 2005 o “Tornado” veio varrer tudo o que se lhe atravessou pela frente, revelando-nos a qualidade vocal dos novos artistas descobertos por Philip Monteiro. Artistas como a jovem Corine com a qual assinou “Yaw Rek Leu”, Constance e Paulette com as quais já trabalhara no álbum “Joias D’Africa Vol.1 e 2” (disco de platina em 2003), G.G. com muitos êxitos tais como o “Paké AGE Assim”, o talentoso e fiel Jair OB1, assim como a cantora Gama com a qual realizou o grande êxito “Abri bu Coração” incluído no seu álbum a solo “Sai Cu Bo”… Philip também colaborou com Tó Semedo no álbum “Por Amor”, assim como com Bela no álbum “Nha Meigo”.
O regresso do menino prodígio, deu-se com um duplo álbum que foi intitulado “Number One”; um novo álbum de onde é extraído o primeiro single “Sama Wo”(minha chamada) e seu Best-of “The Greatest Hits” onde encontramos músicas como Irresistivel, Tempestadi, Gaïndé Ndaay, Insiparável, Alta Segurança…
Em 2008, ele lançou o seu primeiro DVD “Philip Monteiro and The Ultimaters On Tour”.
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Biografia de Eduardo Paím

Eduardo Paím (14 de Abril de 1964 em Brazaville, Congo) é um músico angolano que exerceu uma grande influência no circuito musical angolano na década de 80, surgindo no início da década de 90 em Portugal, como um dos mais influentes criadores do género musical conhecido como Kizomba.
Em Angola ponto alto da sua carreira passa pelos “SOS” um grupo que em 1987 estavam no auge da carreira e disputavam a atenção da juventude com o “Affra Sound Stars”. Nasceu, então, “Carnaval”, tema escrito por Eduardo Paím.
De Portugal, veio Carlos Alberto Flores, Cabé, pretendia Eduardo Paím como produtor do disco do seu filho Paulo Flores, na época Eduardo Paim tinha trabalhado com cantores que fizeram sucesso na praça musical angolana tais como Jacinto Tchipa, Dyabik, entre outros. Este convite alterou os planos do Cantor que em 1988 ruma para Diáspora (Portugal), um ano mais tarde estava aberta a estrada do sucesso.
Em 1990, atinge notoriedade no mercado português, com o disco “Luanda, Minha Banda”.
O ponto mais alto da carreira conseguiu-o com a segunda obra, “Do Kayaya”. Paim recebeu o seu primeiro “disco de Ouro”, por vendas superiores a 50 mil cópias. No terceiro disco, “Kambuengo”, com a música “Rosa Baila”, chegou ao quarto lugar do top: “estava nas rádios e na televisão. Eduardo Paim parou o trânsito em Portugal”.
De regresso a Angola em um espectáculo em Luanda ( Feira Popular ) o apresentador anunciou a subida de Eduardo Paim ao palco
Pediu “palmas para um General da música angolana”. O público gritou em coro “General General General”, assim se explica por que muitos lhe chamam também “General Kambuengo”.
Em mais de 30 anos de carreira, Eduardo Paím Fernando da Silva editou:
  • “Luanda, Minha Banda”, 1991
  • “Novembro” (1991)
  • “Do Kayaya” (1992)
  • “Kambuengo” (1993)
  • “Kanela” (1994)
  • “Ainda a Tempo” (1995)
  • “Mujimbos” (1998)
  • “Maruvo na Taça” (2006)
  • “Kambuengo” (2014)
  • “Etu Mu Dietu” (2015)
  • “Maruvo Na Taça” (2015)
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